Quem trabalha por conta própria precisa ter atenção redobrada com a Previdência Social. Diferente do empregado com carteira assinada, o autônomo é responsável por recolher o próprio INSS, escolhendo como pagar INSS como autônomo e a forma mais adequada ao seu objetivo.

Entender como funciona esse pagamento é essencial para garantir acesso a benefícios como aposentadoria, auxílio por incapacidade, salário-maternidade e pensão por morte para os dependentes.
Nesse artigo, abordamos os seguintes tópicos:
TogglePagar INSS como autônomo: Com quanto você quer contribuir para a Previdência Social?
O valor da contribuição ao INSS como autônomo não é fixo. Ele depende do plano escolhido, que impacta diretamente no valor da aposentadoria e nos direitos futuros.
Antes de pagar, é importante responder a uma pergunta fundamental:
você quer apenas garantir a aposentadoria mínima ou pretende receber um benefício maior no futuro?
Pagar INSS como autônomo: Contribuinte Individual – Plano Normal (Código 1007)
O Plano Normal é indicado para quem deseja uma aposentadoria mais vantajosa.
Como funciona
- Alíquota de 20 por cento
- Incide sobre o salário de contribuição escolhido
- O valor deve respeitar o piso e o teto do INSS
Direitos garantidos
- Aposentadoria por idade
- Benefícios por incapacidade
- Salário-maternidade
- Pensão por morte
- Possibilidade de cálculo mais alto do benefício
Esse plano é recomendado para quem tem renda variável ou deseja contribuir com valores maiores para melhorar o valor da aposentadoria.
Pagar INSS como autônomo: Contribuinte Individual – Plano Simplificado (Código 1163)
O Plano Simplificado é uma opção mais acessível financeiramente.
Como funciona
- Alíquota de 11 por cento
- Calculada sobre o salário mínimo
Atenção
Esse plano dá direito apenas à aposentadoria por idade, sempre no valor de um salário mínimo. Ele não permite aposentadoria com regras mais vantajosas nem o uso de valores maiores no cálculo.
É uma alternativa para quem quer manter a qualidade de segurado e não tem condições de contribuir com valores mais altos.
Pagar INSS como autônomo: Pagamento de INSS como MEI
O Microempreendedor Individual (MEI) possui um regime próprio de contribuição previdenciária.
Como funciona
- Contribuição de 5 por cento do salário mínimo
- Pagamento feito por meio do DAS
- Inclui tributos municipais ou estaduais, conforme a atividade
Direitos do MEI
- Aposentadoria por idade
- Benefícios por incapacidade
- Salário-maternidade
- Pensão por morte
Assim como no plano simplificado, a aposentadoria do MEI será limitada ao salário mínimo. Caso o MEI queira se aposentar com valor maior, será necessário complementar as contribuições.
Tabela do INSS para autônomo com valores atualizados
Os valores de contribuição variam conforme o salário mínimo vigente e o plano escolhido. Por isso, é fundamental verificar anualmente os valores atualizados antes de efetuar o pagamento.
De forma geral:
- Plano Normal: 20 por cento sobre o salário de contribuição
- Plano Simplificado: 11 por cento sobre o salário mínimo
- MEI: 5 por cento sobre o salário mínimo
O uso de valores incorretos pode gerar pendências ou até a desconsideração das contribuições pelo INSS.
Como preencher a Guia da Previdência Social (GPS)
O pagamento do INSS como autônomo é feito por meio da Guia da Previdência Social (GPS).
Para preencher corretamente, é necessário:
- Informar o código de pagamento correto
- Inserir o NIT ou PIS
- Indicar o mês e ano de competência
- Preencher o valor exato da contribuição
A GPS pode ser emitida pelo site da Receita Federal ou pelo sistema Meu INSS, dependendo do caso.
Erros no preenchimento são comuns e podem causar problemas futuros na concessão da aposentadoria.
Planejamento de aposentadoria para autônomos
Pagar o INSS sem planejamento pode resultar em uma aposentadoria baixa ou até na perda de tempo de contribuição.
O planejamento previdenciário permite:
- Escolher o melhor plano de contribuição
- Avaliar se vale a pena contribuir com valores maiores
- Corrigir erros no CNIS
- Verificar períodos em atraso
- Definir a melhor estratégia para se aposentar em 2026 ou nos próximos anos
Cada autônomo tem uma realidade diferente, e a escolha correta hoje faz toda a diferença no valor do benefício amanhã.
Conclusão
Contribuir para o INSS como autônomo é uma decisão que deve ser tomada com informação e estratégia. Escolher o plano errado ou pagar valores incorretos pode comprometer o futuro previdenciário.
Antes de começar ou regularizar suas contribuições, o ideal é analisar sua situação e planejar o caminho mais vantajoso para a aposentadoria.
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